ProvocARTE e(m) currículos provocados, (som)dados?

ProvocARTE e(m) currículos

        provocados,

                (som)dados?

 

Elenise Cristina Pires de Andrade[1]

João Paulo Prioli[2]

AC Amorim[3]

 

Versados…

Versar em ares de pro-voc-ação: quais motivações trazemos para que ele – o currículo – permaneça?

 

(…) O lado de fora não é um limite fixo, mas uma matéria móvel, animada de movimentos peristálticos, de pregas e dobras que constituem um lado de dentro: nada além do lado de fora, mas exatamente o lado de dentro do lado de fora (DELEUZE, 2008, p. 104. grifo do autor).

 

Ex perímetros que Deleuze lança (a nós? à escrita? e por que não ao pensamento-currículo em experimentação?) ao falar sobre Foucault, o Fora e As palavras e as coisas.

Ah! As palavras e as coisas. Os professores e os alunos. As escolas e as perguntas. O certo e o errado. O que fixa e o que escapa e o que não pode ex-capar, parecendo haver uma necessidade em se manter capas a velarem coisas e palavras e sons e pensamentos… Véus tênues a delimitarem vidas, artes, resistências. Mundo que não pode escapar, e escapa. Currículos que não podem escapar, e ex-capam, es-correm, vazam…

Política que conceitualmente convida – através da experimentação da escrita – a uma experiência do currículo sem a memória do já vivido. No já vivido, nesse passado que nem sempre quer ecoar como fonte fixa – a força de registro das imagens que queremos des-lembrar…

Des-membrar. “Por que” pode nada ter a ver com algum “porquê”. Because the sky is blue, it’s made me cry[4]. Provocar lágrimas. Som-dá-las. Céus, lágrimas, tempos a versarem por sóis, lás, sis. Depois de te perder, te encontro, com certeza, talvez num tempo da delicadeza[5]. Delicadeza de nada dizer, nada acontecer, apenas seguir como encantado, nos encanta Chico Buarque. Qual seria o tempo do esquecimento das coisas, das gentes, das imagens, das sensações, dos pensamentos, dos aprenderes?

 

(…) na interpretação dos signos do amor, a memória apenas intervém sob uma forma voluntária que a condena a um patético fracasso. Não é o esforço da memória, tal como aparece em cada amor, que consegue decifrar os signos correspondentes; é apenas o impulso da inteligência, na série de amores sucessivos, balizada pelos esquecimentos e pelas repetições inconscientes. (DELEUZE, 2003, p. 50)

 

Because sem, necessariamente, um why que o persiga e o prenda em muros, tempos, ventos. Because the world is round it turns me on[6] (e se não fosse?). Des-lembrar, des-membrar ressoando por ampliações no pensamento sobre currículo e educação…

Ela se foi, foi para sempre, e você deve estar sofrendo neste instante, ao ouvir a notícia. Acredite em mim, sei como você se sente. Você deve estar um desastre. Mas dê uns cinco minutos, talvez dez. Talvez você possa seguir por toda uma meia hora antes de esquecer.

Mas você esquecerá – eu garanto. Mais alguns minutos e você se dirigirá à porta procurando-a novamente, desabando quando encontrar a foto. Quantas vezes você precisa ouvir a notícia até que alguma outra parte de seu corpo que não esse cérebro arrebentado comece a lembrar? (Nolan, p.4)[7]

 

Outra parte do corpo que não esse cérebro arrebentado. Outra parte do corpo escritapolítica que não esse currículo. Essa memória que arrebenta o que não faz sentido. Esse currículo que arrebenta o que não faz sentido. Até quando ficar no que faz sentido? E quando no que expressa sentido? Mas o que faz sentido? A realidade? A distinção da realidade junto à ficção e à imaginação? O sonho? O som? A centralidade e justeza pensamento-memória-narrativa? “91 centímetros. Eu estava exatamente 91 centímetros de mim mesmo” nos avisa Henry, personagem do encantador curta-metragem de Jérémy Clapin (2008)[8], Skhizein. Des-locar. Des-narrar. Des-amarrAR.

 

Dizer as imagens e as palavras — os olhos e as vozes — é a única forma de dar visibilidade à impossibilidade de sentido de certos acontecimentos. Fazê-los furar a pele dos que vêem ou lêem, como uma luz que atravessa os olhos mesmo com as pálpebras fechadas, no limite da transparência da impossibilidade de olhar. É, afinal, procurar os sinais de dor e de alegria enquanto dimensões constituintes da existência, no texto interior do acontecer (VILELA, p. 51, 2000).

 

Outra parte do corpo que não esse cérebro arrebentado. Olhos, vozes, sons, sentidos em tocAR sinfonias, silêncios, criações. Toque de pele, toca na pele a sinfonia, superfície sinfônica, em uma tentativa de minar os pressupostos de uma linguagem representacional. Uma postura política. ArrastAR o ‘pensar a arte’ com Deleuze e movimentar os devires das/nas articulações com a experiência estética nessa escritaemexperimentação que se contamina pela arte, filosofia, por diferentes forças da cultura, que não consegue e não quer ser uma voz sobre as outras, mas que entra no jogo de sobreposições de ruídos e sons e silêncios do mundo. Sinfonias.

Arte-filosofia-mundos a provocarem encontros-dobraduras que escapem ao campo da representação. Calosidades e aglomerações. Criar-são provocações. E educar, são? (Qu)E currículos seriam? O que tais condições poderiam nos provocAR por entre ex-corrimentos curriculares? Instiga-nos a pensar movimentos, intensidades, roubar o conceito-movente de estilo (ou à sua falta, nos provoca Deleuze: Gostaria de dizer o que é um estilo. É a propriedade daqueles dos quais habitualmente se diz “eles não têm estilo…” (DELEUZE e PARNET, 1984, p.13) apresentado pelo filósofo francês para os escritores, mas que ele também estende aos artistas e filósofos[9]. No entanto não são essas as ressonâncias aqui chamadas, mas a que ele exprime junto à vida em devir-minoritário na invenção de novas forças (ou novas armas) em linhas de fuga ao futuro majoritário (Deleuze e Parnet[10]).

 

É como na vida. Há na vida uma espécie de falta de jeito, de fragilidade da saúde, de constituição fraca, de gagueira vital que é o charme de alguém. O charme, fonte da vida, como o estilo, fonte de escrever (p.13). (…) O que você chamou, mal, há pouco, de charme ou estilo, é a velocidade (p.42) (DELEUZE e PARNET, 1984).

 

Encontros, desencontros, deslocamentos, deslembranças com imagens, sons, nuvens, luzes, águas, gentes, memórias, lugares, que por lá e cá correm e escorrem. Ex-correm na intensidade da fabulação, “(…) levando as faculdades ao seu extremo e provocando a possibilidade de nos instalarmos em devir. Emum potente vir-a-ser que não se liga nem a lembranças, nem ao vivido, nem ao que se viverá, que permanece em potência de ser” (ANDRADE e SPEGLICH, 2010). Devir em histórias mínimas que não cessam de acontecer e, nesse acontecimento, (se) expressam, sem pressa. Que forças vivas se apresentam e gestam novas sociabilidades, novas sensibilidades desde dentro deste estilo?

 

Imagem e Ritmação

O início da composição deu-se juntamente com a segunda visita à escola, foi durante a gravação dos sons ouvidos na escola que as primeiras sensações começaram a surgir e as ideias foram se juntando a partir daí.

O que seria necessário teoricamente já estava muito bem entendido, mas como transformar pequenos fragmentos de sons gravados na escola em música? Que harmonia seria necessária, que melodia, que frases ?

Foi então que, durante a captação dos sons da escola, vislumbrei como poderia começar a composição. Comecei a pensar no que senti durante a ida para escola, imaginei qual sensação ficou logo na primeira visita, desta maneira uma introdução surgiu, tentando mostrar justamente esta caminhada para as percepções.

A introdução é composta por um ambiente sonoro que precede o começo das gravações realizadas na escola; logo após este ambiente sonoro começam os barulhos dos passos (relatando a caminhada para a escola) “é então que este personagem que caminha”, o “idiota” como diria DJ Spooky, se depara com um portão e é abrindo tal portão que “o idiota” se depara com os sons da escola.

Tendo como fundo as conversas, gritos, murmúrios das crianças que o ritmo começa a fluir e os primeiros esboços melódicos aparecem. É no caminhar do ritmo que o idiota vai passando pelos vários ambientes dentro da escola, percebendo algo diferente em cada nota, cada barulho.

É com o desenrolar da música que chegamos na única parte falada da composição: a frase em questão foi dita por uma das professoras da escola: “eles têm um negócio, com a imagem da pessoa de roupa escura”. Tal frase capturou minha atenção durante a gravação dos sons e realmente, as crianças da escola se sentiam incomodadas com alguém vestindo totalmente preto, chegando até mesmo a chorar.

É trabalhando nesta imagem que a música começa a decair de ritmo, constantemente diminuindo até chegar na quebra de ritmo, que acontece quando a frase da professora começa a se repetir; logo depois entra o barulho do choro das crianças.

Contudo, o caráter final da música só apareceu durante a exposição, propositalmente. A ideia da música era ecoar juntamente com a escola, uma reprodução da estrutura dentro da estrutura, imperceptível. As linhas de áudio contendo os sons da escola foram propositalmente colocadas para, que no momento que a exposição estivesse ocorrendo, ressoarem juntamente com os sons gerados na exposição e foi neste ressoar, neste repetir que a intenção de reproduzir uma estrutura por detrás da estrutura aconteceu. (João Paulo Prioli, Relatório Final de IC, junho de 2010. p. 08)

 

          Articulação entre música e devir.  Concentrando-se no trabalho de DJ Spook (um dos nomes do artista de NYC) como uma proposta de ênfase na dispersão e na constituição de labirínticas percepções da realidade. Estende-se, como a descrição mais detida da obra de DJ Spook, a aposta de um plano de composição para uma escrita reflexiva do encontro entre ‘sis’ que propõem Ryan, Amorim e Kush (2010). Além disso, as relações entre música e imagem que são tecidas pelo DJ, quando conta sobre seu trabalho criativo, inspira-nos a esboçar, mesmo que tenuemente neste texto, possibilidades de a palavra ‘currículo’ escriturar-se na ausência do fora da estrutura.

Rhythm science, a ciência do ritmo, ciênciaritmo, o jeito que as coisas poderiam ter acontecido mas não aconteceram, simplesmente se repetiram e repetiram novamente e novamente e novamente, até atingir algo novo, com uma intenção nova. “The changing same”, o mesmo que muda. Por que não ir mais adiante? Esta é a provocação de DJ Spook.

A criação da arte através do fluxo de padrões gerados pela cultura. É usando a imagem do DJ, que faz uso das imagens, sons e tecnologias que nos bombardeiam diariamente que Paul D. Miller, aka DJ Spooky that Subliminal Kid, escreveu o livro Rythm Science, para mostrar como a arte conceitual, a cultura popular e o idealismo, todos juntos através do som (musical ou não, passando pelos conceitos de Du Bois e Gilles Deleuze) podem ativar-se de maneiras diferentes nesta era de consciências múltiplas, gerando percepções, ideias e até mesmo realidades diferentes.

O som possui um caráter informacional e um caráter mutacional, de forma que cada informação diferente, cada nova sensação pode adicionar algo novo ao som. O som que sai de um instrumento nunca vai ser o mesmo. Por mais que a nota seja a mesma o som muda. Tal mudança ocorre no repetir, na troca de ideias e informações que ocorrem quando o som ecoa no ouvinte e volta para o instrumento totalmente moldado, carregado de novas informações, e novamente sai do instrumento e ecoa em outros lugares e ouvintes, e volta e vai e volta e vai, gerando um ciclo, gerando um loop. É neste repetir, nesta mudança do mesmo que o caráter mutacional do som ecoa. O caráter mutacional do som é um caráter estrutural, a forma pode ser a mesma, o que mudam são as ideias e as informações que estruturam o som como tal.

O som carrega a memória dos tempos passados, afinal tudo o que se possui hoje é uma reflexão do que já existia, em uma versão melhorada ou não, mas ainda assim é uma releitura, uma mudança do mesmo. Se o som reflete uma cultura, uma era, ele também pode refletir as memórias de épocas passadas, afinal, o ato de se “fazer o som” é uma repetição. O homem das cavernas ouve o barulho de um trovão, o homem das cavernas tenta reproduzir o barulho do trovão,  outros homens ouvem o barulho e também tentam reproduzir, até chegar ao ponto em que os homens estão reproduzindo o barulho dos outros homens, repetindo e mudando, onde o presente e o passado coexistem, refletindo mesmo em uma era moderna as memórias do passado, esta é a imagem.

Em outras palavras, pense no tempo como uma contínua criação de novidades inesperadas, acompanhando a definição sugerida pelo Bergson de Gilles Deleuze (1999). Definição possível a partir da imagem que o filósofo propõe para pensar o tempo: a de um cone. Um cone no qual o tempo contrai e dilata: contrai em direção a sua ponta, dilata em direção a sua base. O presente está na ponta do cone, e corresponde ao grau mais contraído da duração, que seria a matéria, o atual. Todo o restante deste cone é passado. Um passado que é pura virtualidade, que se organizaem níveis. Opassado e o presente não são, dentro dessa ideia, momentos sucessivos, eles são coexistentes. “O passado só se constitui ao mesmo tempo em que foi presente, o passado jamais se constituiria se ele não coexistisse com o presente do qual ele é passado” (DELEUZE, 1999, p. 45). Adicione o som nessa mistura e a imagem resolve.  “Som. Pense nele como uma dança de neologismos, um cinema anêmico para uma geração nova onde signo e símbolo, palavra e significado, todas viajam através de redemoinho sônico.” (DJ SPOOK, 2004, p. 05).

É nessa mescla de palavra e significado, signo e símbolo, que o som começa a ganhar outra característica, além de todas as outras qualidades como informação, mutação, memória, o som também trabalha como um vetor.

Em geometria analítica, um vetor espacial, ou simplesmente vetor, é uma classe de elementos geométricos, denominados segmentos de reta orientados, que possuem todos uma mesma intensidade (denominada norma ou módulo), mesma direção e mesmo sentido, porém sem posição fixa. Agora considere o jeito que as ideias percorrem nossas mentes e corpos; não existe posição fixa. Existe somente a natureza improvisada dos processos de recordação. Pense em vetor: a relação entre uma informação geométrica e geográfica. Vetor sonoro: imagine linhas de voos digitais. Vetor de um som em movimento: ondas que propagam partículas de pensamento.

Pense em uma imagem em que as ideias voam por um espaço informacional, um espaço onde as ondas de pequenas partículas de pensamentos e memórias falam pelo todo, o processo se foca nas pequenas partes, na estrutura além da estrutura e o som ecoa e se repete, liberando e agregando pequenas ondas de informação. Fluxo e contra-fluxo. Máquinas que descrevem outras máquinas, textos que absorvem outros textos, corpos que absorvem outros corpos.

O ser humano hoje é cercado por sons, tecnologias, imagens, culturas, informações, sentimentos, memórias, que se bombardeiam constantemente, em um mundo em que temos que fazer diariamente um download de nós mesmos. O novo eu, moldado pelas ondas de informações. De novo e de novo, gerando um ciclo, gerando um loop, repetindo-se, “the changing-same”. Uma engrenagem carnívora em  que qualquer som pode ser você e qualquer palavra que seja falada já é previamente conhecido. Hoje em dia a voz que você usa para falar pode não ser mais a sua. Fluxo e contra-fluxo.

O “idiota” como mecanismo de processo, escravo ao momento, alienado do tempo porque para ele só existe o momento do pensamento. Sem passado, sem futuro, sem presente. “O ´idiota´ é um zumbi (…) a pessoa sem qualidades que não consegue dizer EU. A pessoa através de quem outros falam, que não tem uma identidade central, salvo o que ele ou ela sabe. E o que eles sabem é que nada mais existe.” (DJ SPOOK, 2004, p.09).

É vagueando pelos interstícios da globalização, como fantasmas nas máquinas, enquanto rapidamente passamos de um plano perceptivo para outro que vemos como as memórias fluem nos circuitos e focam a nossa atenção em um mundo em que tudo é uma cópia da cópia, da cópia… Este é o mundo do não-consciente, isto é o que “o idiota” nos diz.

Desempacote os significados, descompacte os fragmentos e a lógica continua a mesma: as partes falam pelo todo, o todo é uma extensão das partes, como uma imagem holográfica. Como George Santayana disse há muito atrás, “aqueles que não podem relembrar o passado estão condenados a repeti-lo”. Esta é a imagem. Mas o que acontece quando as memórias filtradas pelas máquinas, que são usadas para processar cultura, tornam-se software – constantemente atualizado, turbulento, mais potente e poderoso do que a própria máquina que o processa? Memória, condenação, repetição. Isto acontecia antes, estamos no futuro agora.

Hoje existem máquinas que repetem a história para nós e o software processado é o texto que flui através dos circuitos como impulsos elétricos para o inconsciente. É um conto de constante mudança dentro dele mesmo. O circuito das máquinas é uma constante nesta imagem; o software é a incorporação das infinitas adaptabilidades, uma arquitetura de música congelada agora em processo de descongelamento. Siga o fluxo, este é o cenário para a cultura do DJ. Hardware, wetware, shareware, software: o maquinário invisível de códigos que filtram os sons é onívoro.

A mesma música? A mesma batida? Dia após dia, noite após noite, a repetição sem a mudança, simplesmente a cópia, da cópia, da cópia… isto seria como um tipo de morte-viva para a cultura. Existem desde artistas desconhecidos até engenheiros que tentam lutar contra tal entropia. Eles propagam aquilo que Amiri Baraka chama de “o mesmo que muda”: oferecer versões interativas e versões de tudo, tudo mudando todo o tempo.

A complexidade do devir (aqui tratado como subjetividade em multiplicidades) é relacionada à complexidade da língua. O devir se expressa pela emergência de uma nova forma, se torna outro e variação pelo encontro, pela relação. A compreensão da língua como um vírus, vetor infeccioso, agente de condição extra-sensorial, uma compilação do local, do distante, dos espaços virtuais, é uma das ideias que rondam o pensamento de DJ Spook, criando rimas infectas e sons infecciosos, com os quais os sons e as palavras se multiplicam (AMORIM et al., 2010).

 

Referências Bibliográficas

ANDRADE, E. C. P e SPEGLICH, E. Imagens a fabular ambientes: desejos, perambulações, fugas,convites. Anais da 33ª Reunião Anual da ANPEd. Caxambu, Minas Gerias, 2010. Disponível em <http://www.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20em%20PDF/GT22-6691–Int.pdf >. Acesso em 30.07.2011.

AMORIM, A. C. R., PRIOLI, J. P., VERNIN, L. R. S., TORREZAN, G. H. Currículo, palavras sem estrutura, imagens a-significantes In: Debater o Currículo e seus campos. Actas do IX Colóquio sobre Questões Curriculares/ V Colóquio Luso-Brasileiro. Porto: Centro de Investigação e Intervenção Educativas e Instituto de Educação – U. Minho, 2010. v.1. p.2863 – 2871.

DELEUZE, G. Bergsonismo. São Paulo: Editora 34, 1999.

DELEUZE, G. Proust e os signos. Rio de Janeiro,São Paulo : Forense Universitária, 2003.

DELEUZE, G. e PARNET, Claire. Diálogos. Tradução de Eloisa Araújo Ribeiro.São Paulo : Escuta, 1984.

DJ SPOOKY THAT SUBLIMINAL KID AKA MILLER PD. Rhythm Science,London, Mediawork/MIT Press. 2004.

RYAN, C., AMORIM, A.C.R, KUSH, J.  Writing ourselves reflectively. Reflective Practice.  vol. 1, n. 2, abril de 2010. p. 115-125


[1] DEDU – Universidade Estadual de Feira de Santana/Bahia. Vice-Líder do Grupo “multiTÃO: prolifer-artes sub-vertendo ciências e educações” (CNPq). nisebara@gmail.com.

[2] Graduando de Música/Unicamp. Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/SAE/Unicamp em 2010 – Laboratório de Estudos Audiovisuais (Olho). protheux@hotmail.com.

[3] DELART – Universidade Estadual de Campinas/São Paulo. Integrante do Laboratório de Estudos Audiovisuais (Olho). acamorim@unicamp.br

[4] Verso da canção “Because”, de Lennon/McCartney.

[5] Verso da canção “Todo sentimento” de Chico Buarque.

[6] Verso da canção “Because”, de Lennon/McCartney.

[7] Jonathan Nolan autor do conto “Memento Mori”, publicado no suplemento Mais! da Folha de São Paulo de 12/08/2001 e que serviu de inspiração para a produção cinematográfica “Amnésia” dirigida por Christopher Nolan, 2001. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1208200105.htm> Acesso em 30.07.2011.

[8] Mais informações no site <http://skhizein.com/>. Disponível em <http://www.youtube.com/watch?v=UkiPrd-iH6Y >. Acesso em 30.07.2011.

[9] O Abecedário de Gilles Deleuze em transcrição integral do vídeo (1988-1989) em que Deleuze é entrevistado por Claire Parnet para fins exclusivamente didáticos. Disponível em <http://www.arq.ufsc.br/esteticadaarquitetura/Deleuze_abecedario_integral.pdf> Acesso em 30.07.2011.

[10] O Abecedário de Gilles Deleuze.

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